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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Que fazer...???

Nesta tarde que já não é bem 2013, mas que ainda não é 2014 ??? Que tédio! Da cozinha já estou cansada. Pela blogosfera parece que já tudo anda nos copos, pois estão os quiosques, onde se escreve e opina, vazios...
Bem, vou até ali beber um Martini Rosato que é bebida de mulher  sofisticada, para me armar ao pingarelho!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Desenganem-se já!

Amanhã, dia de abertura oficial dos saldos, escusam de vir fazer fila aqui para a porta que, aqui no quiosque, não fazemos saldos de opiniões. Como diria alguém, as opiniões valem o que valem e, cada um tem a sua.
E, não fazemos saldos, porque odiamos desde o mais profundo das nossas entranhas, a época dos saldos.
 Não que não haja verdadeiras pechinhchas bastante apetecíveis por aí. Mas as lojas ficam num estado deplorável de desarrumação que ficamos com os cabelos em pé, só de olhar.
Podemos ficar como opiniões tipo "mono" e que nunca venderemos ou emitiremos, mas antes isso a um quiosque em pantanas com gente histérica a tentar agarrar a opinião mais valiosa!

Coitadas das tias!!!

Não das minhas, que não usam dessas coisas...mas das tias de Cascais. Com o desmantelamento por parte da ASAE e do Corpo da Polícia Espanhola de uma rede de contrafacção e uso ilegal de marca, onde vão elas poder comprar as pseudo Loius Vuitton (é assim que se escreve?), as Carolina Herrera, as Birkins as Burberrys falsificadas, tão ou mais perfeitas que as verdadeiras e a menos de metade do preço?
Algumas peças são lindas, mas os rendimentos por aqui apenas permitem que se usem e se vendam no Quiosque marcas brancas...Não fazem o mesmo efeito, é certo, mas com uma carinha laroca e menos umas banhas, a imagem até fica composta.
A das tias, viciadas em ostentar marcas é que nunca mais será a mesma...por ora!
Bem, não stressem! Não tarda nada há aí outra rede montada com tão boas peças (ou melhor) contrafeitas que as anteriores!
Até lá, vão usando o que têm, queridas!


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Um grande pecado!

Os dias de festa, em que como desalmadamente tudo o que me apetece são dias muito específicos. Nas festas natalícias são o dia 24 e o dia 25 até à hora de almoço. Na passagem de ano são o dia 31 à noite e o dia 1 até ao fim do almoço. Quando estas festas são celebradas na minha casa, findas as celebrações, isto é, no fim do dia 25 e no fim do dia 1, tudo o que houver de restos de comida não saudável tem dois caminhos e só estes dois: ou é levado imediatamente por algum dos convidados, vai para alguma instituição (muito raramente, porque acho que restos não são coisas que se ofereçam a quem não faz parte do círculo mais intimo) ou vai directamente para o lixo. Antes desperdiçar do que dar cabo da minha saúde e dos meus.
Agora podem atirar-me com as pedras que quiserem, que os vidros do quiosque são inquebráveis.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Expliquem-me como se eu fosse muito burra...

Ou seja como eu sou mesmo!
Estávamos todos animadamente na sala até que o meu Mais- que- tudo descobriu que estava a dar um canalzeco qualquer "A cidade dos anjos", filme que eu já vi duas vezes e que os restantes aí umas trezentas.
Se há coisa que não me entra na cachimónia, são aquelas pessoas que vêem o mesmo filme uma dúzia de vezes e relêem o mesmo livro umas quatro ou cinco.
Excepção feita ao "Silêncio dos Inocentes", que já vi três vezes, pois tem como personagem principal o meu actor preferido, o Anthony Hopkins, ao"Amanhecer" do Vergilio Ferreira que já li mais que uma vez (porque adoro a sua escrita) e ao Princípezinho (do qual releio passagens esporadicamente, quando preciso de um sentido para tudo isto), um livro lido é um livro lido (por muito bom que seja) e um filme visto é um filme visto.
Não entendo porque persistem na mesma história vezes sem conta. Mas, pronto, foi só um desabafo, de uma menina infantil que se estava a divertir e a quem acabaram com a diversão.

Figura controversa.

Tenho amigas que a adoram, que a idolatram. Eu, por minha vez, nunca gostei do estilo, nem nunca nutri qualquer tipo de simpatia por ela, para além de achar que era uma figura com uma cara engraçada. Os seus modos estridentes e brejeiros, sempre me deixaram de pé atrás.
Daí que tenha ficado admirada quando li, aqui no quiosque que, tal como Kate Middleton foi eleita a mulher do ano internacionalmente, a Cristina Ferreira, foi-o a nível nacional.
Mas afinal o que tem esta mulher de especial, para além dos seus modos, para ser tão venerada, perguntava-me.
Hoje, depois de ler uma revisteca que a minha mãe trouxe aqui para o quiosque, à falta de outra literatura da treta mais actualizada, consegui perceber minimamente o porquê.
 Num ano, a senhora foi nomeada Directora de Conteúdos não Informativos da TVI, escreveu um livro de receitas, criou um blog pessoal onde se auto promove e criou uma colecção de sapatos para a Hus and Puppies (esta última proeza deixa-me um pouco confusa, considerando o conceito que tenho da marca e o tipo de sapatos que vejo à Cristina quando ela está na TV.) É, de facto, bastante coisa útil num ano só! Isto para além de todas as campanhas de solidariedade em que a vemos constantemente envolvida.
Só lhe agradecia que moderasse os modos de falar e fosse menos esparvoada, assim, talvez pudesse vir a simpatizar com ela! Agora que ela mudou o look e tudo...

A tradição este ano foi-se...

Desde que me lembro do dia de Natal, que ele começa com uma manhã de crianças ensonadas, a descobrir as maravilhas e feitos dos brinquedos trazidos pelo barrigudo de barbas brancas.
Segue-se um almoço hipercalórico, preparado pela minha mãe e hoje avó dos meus rebentos, permanecendo a família de adultos sentada à mesa horas e horas, a comer o que lhe apetece e outras coisas por mera gulodice.
Este ano pensei para comigo que iria ser diferente. Já sabia que, se mantivesse o almoço em casa, a minha mãe não resistiria a vir assumir o trabalho, Este ano dei por assente que íriamos almoçar fora.
Em temos de conforto não seria muito diferente, porque quer na noite de Natal quer no almoço de Natal nos arranjamos como se fossemos sair. Em termos de pós almoço seria muito mais agradável pois não haveria uma cozinha para arrumar, pois, não obstante a ajuda dos electrodomésticos, há sempre muito que fazer.
E foi, assim, um almoço diferente, fora de casa, em amena cavaqueira, com as crianças em alta correria, mas sem trabalho matinal e sem uma cozinha virada do avesso para arranjar.
Não me arrependo!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Aqui no Quiosque.

Aqui no quiosque vendemos, a troco de uma leitura enviesada, todo o tipo de opiniões. Desde as mais fundamentadas às mais disparatadas.
Olhando para as revistas semanais que por aí andam espalhadas, pequei em duas, e, à falta de clientela (ocupada, certamente, com as últimas filhoses ou bolinhos de bacalhau), pus-me a ler. São as duas muito parecidas uma com a outra. As duas passam em revista (passe o pleonasmo) os momentos mais importantes do ano. Os negócios, as políticas e as mortes, sendo que o ano foi pródigo nestas últimas. Trazem também sugestões para a passagem de ano. Mas quando leio o preço por pessoa e por noite, fico logo a sentir-me a verdadeira pelintra que sou. Acabam-se me as ilusões.
Neste dia que se quer de festa, vou ver se pego numa coisa mais animada, onde se tragam outras fofocas, os príncipes e as princesas nos seus vestidos glamorosos, porque no dia de hoje não há tempo para deprimir. Só para satisfazer a gula seja de doces, seja de imagens de sonhos.
Um Santo e Feliz Natal a todos os meus clientes.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Ele há cada um/a!

Isto de se ser celebridade tem muito que se lhe diga. Os famosos são conhecidos pelas suas excentricidades. A algumas eu ate acho graça. Mas quando metem os filhos ao barulho já ponho as minhas reservas.
Não que eu tenha alguma coisa a ver com isso, mas não me parece bem que a Senhora Dona Kate Winslet tenha dado o nome de "Bear", ou seja URSO, ao seu rebento. Ponho-me a imaginar, quando o menino andar na escola e os seus colegas o chamarem, muito naturalmente "Anda cá urso!". Ou quando os amigos dos pais os virem e exclamarem "Mas que crescido está o urso!"
Querem ser muito originais, mas acabam, quanto a mim, por cair no ridículo! Onde já se viu...??? Mas, ao que parece, já o famoso chef Jamie Olivier tinha feito uma proeza idêntica há uns tempos.
Gente que não tem mais que fazer...
Ou se calhar sou eu, que sou muito conservadora nestas coisas dos nomes (e em outras).

domingo, 22 de dezembro de 2013

Moral à parte...

Não sou nada moralista e, atitudes mais ousadas não me chocam. O famoso vídeo das advogadas que promovem o seu escritório recorrendo a poses sensuais e aos seus atributos físicos não me choca de per si. Cada um promove-se como bem entende, chamando a atenção para os aspectos que preferee que acha mais apetecíveis em si.
No entanto, se o que pretendem é chamar a atenção para a sua competência enquanto juristas, para a sua eficácia enquanto "solucionadoras" de problemas jurídicos e financeiros, parece-me que usaram a estratégia errada.
 Além disso, o  público alvo penso eu, deveriam ser os potenciais clientes e, nestes, inserem-se homens e mulheres. Com este tipo de promoção, dirigiram-se apenas a metade dos potenciais clientes. Resta saber se foi propositado ou não.

Alguém desse lado!

Ler sempre foi para mim um vício. Mas, nesta fase da minha vida, tenho-me dedicado mais à escrita. Apetece-me escrever sobre tudo e sobre nada. Sobre coisas sérias e sobre futilidades. Mas gosto muito de ter quem me "ouça", ou melhor, leia. Porque ninguém gosta de desabafar para o boneco. Por isso, sintam-se à vontade para dizer que as opiniões que aqui vendo a troco de uma leitura (ainda que por alto) são uma autêntica porcaria, que não concordam nada, ou que partilham do meu pensar. E mente, quem diz que, de vez em quando, não dá uma olhadela pelas visitas que o blog tem...pelo menos para quem começou agora neste quiosque, como eu...

Desperdício encantando.

Aqui no quiosque dá-se muito valor à forma como são embrulhados os presentes de Natal. Há ideias fabulosas, nada dispendiosas mas muito originais e giras.
Bem sabemos que é um desperdício, porque, no fim, os embrulhos ou vão para o lixo (que é o que acontece aqui maioritariamente) ou ficam guardados numa caixa de recordação, pois temos por princípio nunca dar a terceiros o que nos dão, nem que seja apenas o embrulho.
Seja como for, pensamos que faz parte da magia do Natal um certo cuidado e mimo, na forma como se envolvem as coisinhas que damos aos outros. Afinal, "os olhos também comem!"

sábado, 21 de dezembro de 2013

Coerência...

Sinto-me feliz. Hoje fui um verdadeiro exemplo de coerência.
Passei a manhã a fazer exercício físico para queimar as calorias a mais ingeridas nas festividades natalícias. Depois de banho tomado e vestida decentemente, enfiei-me num restaurante da popular cadeia Mac Donald´s, onde me deleitei com um belo big tasty e um sunday de morango!
Quando se perde algo, há que fazer um esforço para recuperar o que se perdeu. Foi o que eu fiz.

Nada como o "LIvro de Reclamações!"

Sintam-se à vontade para pedir o livro de reclamações do quiosque. Aqui a vendedora continua a achar que é um poderoso instrumento contra incompetências e atrasos.
Há dias comprei uma cadeira de escritório numa conhecida loja de material do mesmo. Dias depois estava avariada. Levada, de novo, à loja, e como não tinham já modelo igual, prometeram-me 3 dias para ma entregarem já arranjada. Quinze dias volvidos, nada de cadeira arranjada. Hoje dirigi-me lá e perante a resposta que continha mil desculpas, qual dela a mais esfarrapada, pedi o livro de reclamações.
Moral da história: em menos de 5 minutos tinha uma cadeira novinha em folha à disposição!

Eu só faço o que quero!

Diz a Manuela Moura Guedes, pessoa por quem, confesso, não nutro especial simpatia, que não gosta muito do Natal por causa da obrigatoriedade de comprar presentes. Digo-lhe, minha cara senhora, aqui a vendedora, gosta muito do Natal, por toda a magia que traz consigo. Os presentes, são apenas uma pequena parte do que é o Natal. Além disso, eu não sinto obrigação nenhuma de comprar presentes. Dou a quem quero, a quem merece a minha consideração e dou de coração. Mas isto é no meu mundo, de gente normal. No seu, de intelectuais, e de VIPs a coisa deve funcionar de maneira diferente.