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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
O mesmo de sempre...
Dizem as notícias que o ano termina com greves na Carris e nos Transportes do Sul do Tejo. Olha a novidade!!! Primeiro, porque greve nos transportes é coisa que não espanta aqui a vendedora (se fizermos bem as contas nem sei se estiveram mais tempo a trabalhar se de greve), segundo, porque, na época em que vivemos, existem mais de mil motivos para se fazer greve.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Confissão...
Com todo o respeito que me merecem todos aqueles que padecem da doença, tenho como certo (como diz o Jota Esse) que agora é moderno ser bipolar. A bipolaridade (que conheço bem de perto) é uma doença complicada. Mas é, para alguns, uma forma de intelectualidade. O Pedro Paixão (escritor que adoro) é bipolar e sei lá quantos mais autores literários.
Na blogosfera existe um blog muito fashion e seguido que é o Quadripolaridades, da famosa Pólo Norte.
Mas eu tenho para mim, que eu não sou nem bipolar, nem quadripolar, sou tripolar. Na verdade, há dias em que estou muito bem, dias em que estou muito mal e, por fim, a terceira vertente, dias em que estou assim assim. Hoje, estou assim assim! Sou a vendedora tripolar.
Na blogosfera existe um blog muito fashion e seguido que é o Quadripolaridades, da famosa Pólo Norte.
Mas eu tenho para mim, que eu não sou nem bipolar, nem quadripolar, sou tripolar. Na verdade, há dias em que estou muito bem, dias em que estou muito mal e, por fim, a terceira vertente, dias em que estou assim assim. Hoje, estou assim assim! Sou a vendedora tripolar.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Não tenho paciência!!!!!
Como tenho muito mau feitio e tenho a mania que as coisas devem ser passadas em revista logo depois de a poeira acalmar e não na última semana de Dezembro, não tenho paciência ou mesmo pachorra (ah como gosto deste termo), para todas as passagens em revista que se fazem nos órgãos da imprensa nacional. Ele é o ano desportivo em revista, ele é o ano político em revista, ele é os acontecimentos internacionais em revista! É um repetir de assuntos que não tem fim.
Se todos fossem como eu nenhuma dessas publicações tinha cliente, ou nenhuma dessas reportagens tinha espectador. Ainda bem que não são todos como eu, pois, assim, eles ganham mais uns euritos com este "passar em revista"!
Não faço análise do meu ano (analiso o meu dia todos os dias antes de adormecer, quando o cansaço mo permite), nem faço votos para o ano que vem. Aliás, faço votos, sempre os mesmos: que não me falte (a mim e aos meus queridos) saúde, que não falte comida na mesa e algum dinheiro no bolso para gastar.
Os grandes projectos a começar em 2014, não passam, para mim, de uma grande treta. Quando se quer muito começar uma coisa, começa-se aqui e agora! Não é preciso passar de um ano civil para outro.
Se todos fossem como eu nenhuma dessas publicações tinha cliente, ou nenhuma dessas reportagens tinha espectador. Ainda bem que não são todos como eu, pois, assim, eles ganham mais uns euritos com este "passar em revista"!
Não faço análise do meu ano (analiso o meu dia todos os dias antes de adormecer, quando o cansaço mo permite), nem faço votos para o ano que vem. Aliás, faço votos, sempre os mesmos: que não me falte (a mim e aos meus queridos) saúde, que não falte comida na mesa e algum dinheiro no bolso para gastar.
Os grandes projectos a começar em 2014, não passam, para mim, de uma grande treta. Quando se quer muito começar uma coisa, começa-se aqui e agora! Não é preciso passar de um ano civil para outro.
E, agora pergunto...
Quem é que se lembra de ter um milhão de euros guardados numa adega e não se lembra que lhos podem levar?
Eu não, de certeza! Porque não tenho uma adega e porque, muito menos, tenho um milhão de euros.... Oh se os tivesse...se calhar tinha uma adega!
Eu não, de certeza! Porque não tenho uma adega e porque, muito menos, tenho um milhão de euros.... Oh se os tivesse...se calhar tinha uma adega!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Pessoas que me entristecem.
Entristecem-me, verdadeira e profundamente, aquelas pessoas que não fazem o que é da sua responsabilidade e que, quando alguma alma caridosa, lhes resolve fazer um favor fazendo-lhe a dita tarefa, não se cansam de pôr defeitos e esquecem-se de agradecer. Para mal dos meus pecados vivo demasiado perto de uma pessoa assim. Partilho parte dos meus dias com uma ave de rapina dessas.
Como já disse aqui, a vendedora deste quiosque é um bocadinho nhó nhó e ressente-se com minudências.
Como já disse aqui, a vendedora deste quiosque é um bocadinho nhó nhó e ressente-se com minudências.
sábado, 21 de dezembro de 2013
Nada como o "LIvro de Reclamações!"
Sintam-se à vontade para pedir o livro de reclamações do quiosque. Aqui a vendedora continua a achar que é um poderoso instrumento contra incompetências e atrasos.
Há dias comprei uma cadeira de escritório numa conhecida loja de material do mesmo. Dias depois estava avariada. Levada, de novo, à loja, e como não tinham já modelo igual, prometeram-me 3 dias para ma entregarem já arranjada. Quinze dias volvidos, nada de cadeira arranjada. Hoje dirigi-me lá e perante a resposta que continha mil desculpas, qual dela a mais esfarrapada, pedi o livro de reclamações.
Moral da história: em menos de 5 minutos tinha uma cadeira novinha em folha à disposição!
Há dias comprei uma cadeira de escritório numa conhecida loja de material do mesmo. Dias depois estava avariada. Levada, de novo, à loja, e como não tinham já modelo igual, prometeram-me 3 dias para ma entregarem já arranjada. Quinze dias volvidos, nada de cadeira arranjada. Hoje dirigi-me lá e perante a resposta que continha mil desculpas, qual dela a mais esfarrapada, pedi o livro de reclamações.
Moral da história: em menos de 5 minutos tinha uma cadeira novinha em folha à disposição!
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Da utilidade do que é popular.
Esse símbolo da imprensa diária nacional que é o jornal popularucho "Correio da Manhã" não faz parte das minhas leituras diárias obrigatórias. Também não nego que até posso pegar nele em qualquer boteco, enquanto tomo o meu café matinal.
A falta de qualidade jornalística e desfasamento da realidade de muitas das suas peças é sobejamente conhecida.
No entanto, tenho de lhe reconhecer um mérito: na divulgação de desgraças e causas a necessitar de solidariedade. Num dia foi divulgado o caso de uma viúva de uma zona sub-urbana de Lisboa, cuja morte do marido trouxe consigo uma pobreza imensa. No dia seguinte já a senhora tinha paga a creche do filho nos próximos seis meses, ingredientes para 3 ceias de Natal , roupas novas, para além de diversos depósitos a na sua conta bancária.
Não fora o jornal tão popular e casos como este (e outros, certamente), não teriam uma resposta tão pronta e eficaz!
A falta de qualidade jornalística e desfasamento da realidade de muitas das suas peças é sobejamente conhecida.
No entanto, tenho de lhe reconhecer um mérito: na divulgação de desgraças e causas a necessitar de solidariedade. Num dia foi divulgado o caso de uma viúva de uma zona sub-urbana de Lisboa, cuja morte do marido trouxe consigo uma pobreza imensa. No dia seguinte já a senhora tinha paga a creche do filho nos próximos seis meses, ingredientes para 3 ceias de Natal , roupas novas, para além de diversos depósitos a na sua conta bancária.
Não fora o jornal tão popular e casos como este (e outros, certamente), não teriam uma resposta tão pronta e eficaz!
O seu a seu dono.
Segundo noticia o Expresso, faleceu hoje, de morte natural, a irlandesa Marie Fleming que, desde o ano passado travou uma batalha com os órgãos judiciais da Irlanda, com vista a obter autorização para que o seu marido a matasse e não fosse acusado de homicídio, já que a mesma não se conseguia suicidar. Padecia de esclerose múltipla, doença que se foi agravando e que a tornou incapaz para as tarefas mais básicas. O mesmo será dizer, que a tornou incapaz de viver a sério.
Por muito que as convicções religiosas predominem, penso ser de conceder a cada um - que esteja numa situação idêntica, é claro - o direito de por fim ao que de mais precioso tem: a sua vida.
Não acredito num Deus que pretenda o "eterno" sofrimento dos filhos que, alegadamente, ama.
Acredito sim, na livre escolha de cada ser humano em fazer o que bem entender da sua vida, desde que isso não tenha implicação na vida de terceiros. O seu a seu dono.
Por muito que as convicções religiosas predominem, penso ser de conceder a cada um - que esteja numa situação idêntica, é claro - o direito de por fim ao que de mais precioso tem: a sua vida.
Não acredito num Deus que pretenda o "eterno" sofrimento dos filhos que, alegadamente, ama.
Acredito sim, na livre escolha de cada ser humano em fazer o que bem entender da sua vida, desde que isso não tenha implicação na vida de terceiros. O seu a seu dono.
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