Nisto de juízes, daquilo que me é dado ver pelo que se passa em Portugal e nos estrangeiro, há os sérios, os corruptos e, por fim, uma terceira categoria, que começa a proliferar, cada vez mais: os insanos.
Na verdade, espero, com todas as minhas forças que os sérios constituam a sua maioria. E, pelo que tenho visto, por cá, assim parece ser.
Mas, também começam a surgir cada vez mais loucos, ou seja mais "magistarados". Este terá sido o caso de alguns juízes do Supremo Tribunal Italiano, que, decidiram revogar uma decisão de primeira instância, que condenava, por abusos sexuais, um senhor (se é que assim ainda o posso chamar) de 60 anos que mantinha uma relação amorosa com uma menina de 11 anos. Fundamentam a sua decisão, estes loucos, no pressuposto de que a 1ª instância não teve em conta a relação de amor existente entre ambos.
Como mãe e como pessoa ligeiramente sensata (só ligeiramente) pergunto-me: que relação de amor pode manter uma criança de 11 anos??? Que discernimento tem uma criança de 11 anos??? Pelos vistos, discernimento foi coisa que faltou aos senhores juízes!
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
O seu a seu dono.
Segundo noticia o Expresso, faleceu hoje, de morte natural, a irlandesa Marie Fleming que, desde o ano passado travou uma batalha com os órgãos judiciais da Irlanda, com vista a obter autorização para que o seu marido a matasse e não fosse acusado de homicídio, já que a mesma não se conseguia suicidar. Padecia de esclerose múltipla, doença que se foi agravando e que a tornou incapaz para as tarefas mais básicas. O mesmo será dizer, que a tornou incapaz de viver a sério.
Por muito que as convicções religiosas predominem, penso ser de conceder a cada um - que esteja numa situação idêntica, é claro - o direito de por fim ao que de mais precioso tem: a sua vida.
Não acredito num Deus que pretenda o "eterno" sofrimento dos filhos que, alegadamente, ama.
Acredito sim, na livre escolha de cada ser humano em fazer o que bem entender da sua vida, desde que isso não tenha implicação na vida de terceiros. O seu a seu dono.
Por muito que as convicções religiosas predominem, penso ser de conceder a cada um - que esteja numa situação idêntica, é claro - o direito de por fim ao que de mais precioso tem: a sua vida.
Não acredito num Deus que pretenda o "eterno" sofrimento dos filhos que, alegadamente, ama.
Acredito sim, na livre escolha de cada ser humano em fazer o que bem entender da sua vida, desde que isso não tenha implicação na vida de terceiros. O seu a seu dono.
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