Tenho para mim que não deviam ser só os polícias a não poderem fazer greve. Tem-me metido um nojo ver fotos das Ruas de Lisboa. Para mim os senhores que recolhem o lixo têm uma função importantíssima no quotidiano de todos nós. Percebo que lutem pelos seus direitos. Mas se os polícias não podem fazer greve, porque razão estes podem, sem que sejam assegurados os serviços mínimos? É uma questão de saúde pública!!! É uma questão de bem estar da população em geral! Façam greve, mas assegurem o mínimo...
E depois há sempre aquela questão da educação cívica dos cidadãos, que não se preocupam em deixar o lixo espalhado pelas ruas da cidade, sem o acondicionar devidamente. É "bota para lá". Não aprendem mesmo! Irra!
Bem, não sei porque é que estou para aqui a opinar. Afinal nem moro em Lisboa.
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sábado, 28 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Pingo Azedo...
Alguns desempregados transformaram hoje a loja do Pingo Doce, na Rua 1º de Dezembro, em Lisboa num Pingo Azedo. Na sequência da atitude da loja para com o desempregado que prometia levar um pacote de arroz sem pagar, que lhe ofereceu, ao invés da resistência, um cabaz de Natal, exigiram hoje, no estabelecimento os seus e um pouco de dignidade.
Qualquer cego vê (e, perdoem-me a expressão) que a primeira atitude da loja mais não passou de uma manobra de marketing que, felizmente, mal ou bem, beneficiou alguém.
Custa-me a crer que este conjunto de desempregados estivesse verdadeiramente à espera que o Pingo lhes fosse doce e fizesse o mesmo. Quiseram manifestar o seu ódiozinho de estimação por uma das empresas mais prósperas de Portugal (à custa, é certo, do dinheiro dos portugueses) aproveitando-se daquilo que foi, uma vez sem exemplo. Não me parece digno. Parece-me um aproveitamento sem pés nem cabeça. Afinal, a responsabilidade social do Pingo Doce não se estende a todos os desempregados do país, nem lhe cabe substituir o Estado e/ou as organizações de solidariedade social. O Pingo Doce, que desta vez se mostrou amargo, é e será sempre uma empresa que trabalha para obter o máximo de lucros possíveis. Escreverem no livro de reclamações foi, desta vez, ridículo.
Qualquer cego vê (e, perdoem-me a expressão) que a primeira atitude da loja mais não passou de uma manobra de marketing que, felizmente, mal ou bem, beneficiou alguém.
Custa-me a crer que este conjunto de desempregados estivesse verdadeiramente à espera que o Pingo lhes fosse doce e fizesse o mesmo. Quiseram manifestar o seu ódiozinho de estimação por uma das empresas mais prósperas de Portugal (à custa, é certo, do dinheiro dos portugueses) aproveitando-se daquilo que foi, uma vez sem exemplo. Não me parece digno. Parece-me um aproveitamento sem pés nem cabeça. Afinal, a responsabilidade social do Pingo Doce não se estende a todos os desempregados do país, nem lhe cabe substituir o Estado e/ou as organizações de solidariedade social. O Pingo Doce, que desta vez se mostrou amargo, é e será sempre uma empresa que trabalha para obter o máximo de lucros possíveis. Escreverem no livro de reclamações foi, desta vez, ridículo.
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