Com todo o respeito que me merecem todos aqueles que padecem da doença, tenho como certo (como diz o Jota Esse) que agora é moderno ser bipolar. A bipolaridade (que conheço bem de perto) é uma doença complicada. Mas é, para alguns, uma forma de intelectualidade. O Pedro Paixão (escritor que adoro) é bipolar e sei lá quantos mais autores literários.
Na blogosfera existe um blog muito fashion e seguido que é o Quadripolaridades, da famosa Pólo Norte.
Mas eu tenho para mim, que eu não sou nem bipolar, nem quadripolar, sou tripolar. Na verdade, há dias em que estou muito bem, dias em que estou muito mal e, por fim, a terceira vertente, dias em que estou assim assim. Hoje, estou assim assim! Sou a vendedora tripolar.